3, fevereiro, 2012 - Comente
É muito comum ouvir as pessoas dizerem que não gostam de praticar atividade física, e por isso levam uma vida sedentária, mesmo sabendo a importância que os exercícios têm sobre a saúde. Matérias sobre o assunto relacionando saúde e bem estar não faltam, porém falta motivação em busca de algo que seja agradável para quem está buscando um estilo de vida mais saudável.
Muitas vezes, pessoas que começaram a praticar atividades físicas por conta própria ou foram mal assessoradas, acabam tendo experiências não muito agradáveis. Por isso, acabam associando o treino físico a uma atividade pouco interessante. Mas hoje temos uma vasta lista de opções e de profissionais que é quase impossível não encontrar um exercício que agrade e desperte interessante.
Uma das mais populares é a corrida, principalmente quando feita em grupo. Ao correr com outras pessoas há um maior compartilhamento de experiências, além de uma maior socialização. Além da corrida e da caminhada, temos opções como natação, hidrobike, tênis, vôlei, dança, aulas de academia, bike, e até esportes mais radicais como montanhismo.
Dados da pesquisa do Instituto de Estatísticas Brasileiro do Datafolha, feita com 2054 pessoas, entre 18 e 60 anos, em 98 municípios do Brasil, apontam que 60% dos entrevistados não praticam qualquer tipo de exercício físico. Índice dos que não praticam qualquer atividade física aumenta de acordo com a faixa etária. O mais alto (66%) registra-se entre os que têm entre 45 e 60 anos. Segundo o Ministério da Saúde, o estilo de vida é responsável por 54% do risco de morte por cardiopatia, 50% pelo risco de morte por acidente vascular cerebral, 37% pelo risco de morte por cancro e, no total, por 51% do risco de morte de um indivíduo.
Parando para avaliar esses dados fica claro como é importante colocar nosso corpo em movimento, pois os riscos de ficarmos acomodados são grandes, por mais que seja difícil sairmos de nossa zona de conforto.
Um bom primeiro passo é procurar ajuda de um educador físico. Toda prática deve ser acompanhada de um profissional habilitado, que poderá fazer orientações de forma correta e com cautela, respeitando o tempo de cada um de seus alunos.
Dado esse primeiro passo, ficará mais fácil focar no prazer obtemos quando praticamos um exercício, que vai além da saúde física. Ela também traz benefícios emocionais diversos.
Benefícios psicológicos
É provado cientificamente que ao praticarmos exercícios, o nosso organismo libera várias substâncias, como a endorfina, que promovem o bem-estar, aumentando nossa motivação, alegria e disposição. Esses hormônios fazem a sensação de bem-estar durar por horas após a corrida. Muitas pessoas, que não tem conhecimento disso, recorrem em muitos momentos a medicações, e até mesmo a suplementos vitamínicos, quando se sentem tristes.
Claro que em muitas situações se faz necessário alguma outra intervenção medicamentosa, porém hoje dispomos de vários instrumentos que ajudam a decidir por optar por outros tipos de tratamento, que são igualmente efetivos, como a prática de exercícios físicos.
Outro modo de combater a tristeza é aumentar o consumo de alimentos. Sabemos o quanto é mais fácil buscar o prazer em comidas, bebidas ou mesmo em outras atividades que não necessitam de tanto comprometimento, porém deixamos de aproveitar os benefícios e prazer que também obtemos quando praticamos um esporte, tanto sozinho como em grupo.
Mudar o estilo de vida, olhar para o mundo de outra forma, fazer as pazes com seu corpo, aumenta autoestima, promovendo a felicidade. Desta forma, que tal dar uma pesquisada nas diversas modalidades e tentar encontrar algo que seja interessante, buscando assim ficar bem consigo mesmo e com seu corpo.
Fonte: http://www.minhavida.com.br
7, dezembro, 2011 - Comente
Um estudo que acaba de sair do forno confirma: o óleo de oliva também ajuda a prevenir derrames
Em todo time de futebol que faz história ganhando títulos, pelo menos um jogador sempre se destaca por suas qualidades excepcionais. Talvez sua habilidade técnica decida uma partida ou sua garra leve um grupo inteiro à glória da primeira colocação. Felizmente, esse tipo de atleta transborda pelas fronteiras do nosso Brasil: Pelé, Zico, Rivellino, Ronaldo… E, no time dos alimentos saudáveis, o craque da camisa 10 impõe muito respeito e soma conquistas nos meios científicos: o azeite de oliva já é reconhecido por especialistas pelos gols que marca em prol da saúde.
Sua última vitória foi testemunhada por investigadores do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica de Bordeaux, na França. Eles provaram que o óleo da azeitona tem mais uma qualidade: atua na proteção do acidente vascular cerebral, o popular derrame. O estudo francês foi realizado com mais de 7 mil sexagenários e durou cinco anos. Na comparação dos resultados, os indivíduos que eram consumidores regulares do azeite apresentaram um risco 41% menor de um AVC. “Algumas de suas substâncias, como os compostos fenólicos e a vitamina E, agem como antioxidantes”, conta a nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Ou seja, combatem os danosos radicais livres, moléculas que, em excesso, estão relacionadas a processos degenerativos, resultando em problemas cardiovasculares como o derrame, entre outros males. “Esse óleo também possui gordura monoinsaturada, que, se consumida no dia a dia, parece diminuir os níveis de LDL, o colesterol ruim”, completa Mariana.
Proteção que vem do pé
O azeite de oliva só é riquíssimo em compostos contra a oxidação por causa de sua origem. Na contramão de outros óleos, ele é feito do próprio fruto, e não dos grãos ou do caroço, como é o caso daqueles de girassol ou de milho. Faz diferença. Na oliveira, como a azeitona fica completamente exposta ao ar, a natureza dá um jeito de ela se proteger da ação do oxigênio, capaz de estragá-la. Daí a produção de mais antioxidantes. “E, durante a fabricação, a primeira prensa desses frutos é sempre a mais saudável, porque extrai uma maior quantidade dessas substâncias defensoras”, explica o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia.
Se o líquido de cor amarelo-cobre só atuasse contra o AVC, uma das principais causas de morte no nosso país, já mereceria um troféu. Mas ele também protege contra outros problemas que machucam o coração e os vasos sanguíneos. “Doenças como hipertensão arterial, angina, infarto, insuficiência cardíaca, arritmias e aterosclerose, que é a formação de placas de gordura nas artérias, podem ser evitadas com seu consumo”, garante Durval Ribas Filho. Sem contar pesquisas apontando que a substância extraída da oliva é capaz de modular certos genes por trás de inflamações e trombose.
Hoje, com tantas opções de azeite nas gôndolas, como comprar o óleo ideal? Procure sempre o tipo extravirgem, que é aquele que preserva maior quantidade de compostos antioxidantes. Dê ainda preferência aos vasilhames de lata ou com vidro bem escuro (leia mais no quadro ao lado). Também é interessante escolher aqueles que se encontram menos expostos à luz ambiente, como os que estiverem por sorte bem no fundo da prateleira. “Verifique a data de fabricação, porque, quanto mais novo, melhor. Nunca compre um produto com mais de 18 meses”, orienta a cientista de alimentos Simone Faria Silva, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Alguns cuidados básicos no trato doméstico completam a garantia de qualidade: “Em casa, guarde o azeite bem tampado em ambientes escuros e livres do calor. Depois de aberto, ele deve ser consumido o mais rápido possível. Por isso, procure pelas embalagens menores”, ensina Simone.
Com tantos macetes, a prevenção de problemas médicos fica menos complicada e mais saborosa. Se fizer uma tabelinha com o azeite nas refeições — o recomendado é cerca de 3 colheres de chá por dia —, é ainda mais fácil marcar um gol de placa contra o AVC.
Uma história milenar
A relação entre a humanidade e o azeite vem de muitos séculos: ele já era utilizado há 3 800 anos na região da Mesopotâmia, o atual Iraque. As primeiras oliveiras surgiram ao sul do Cáucaso, na fronteira entre Europa e Ásia, e se espalharam por Egito, Grécia e Itália. Os povos dessas regiões, inclusive, usavam o óleo com finalidades estéticas, para tratar a pele e o cabelo e até para massagens terapêuticas e produção de perfumes. O líquido dourado também tinha importância religiosa: ao lado do vinho e do trigo, era uma das riquezas dos hebreus. Para eles, sua árvore era o símbolo da bênção divina e da perseverança.
Lata, vidro ou pet?
O melhor recipiente para o óleo de oliva é o de lata. Essa foi a conclusão de uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas, em São Paulo. “A degradação do óleo após o envase ocorre devido à oxidação, ocasionada por luz e oxigênio. A vantagem da lata é oferecer uma barreira total contra a luminosidade”, explica Simone Faria, autora do estudo.
Consumo azeitado
O brasileiro ingere por ano 300 mililitros do óleo da azeitona. O gráfico à direita mostra que outros países nos aplicam uma bela goleada:

Fonte: Revista Saúde
10, outubro, 2011 - Comente
Chegar em casa após um dia corrido é tudo que queremos. Melhor ainda é encontrar um ambiente agradável. Um lugar calmo, com paz e que faça você se sentir bem. As plantas são uma ótima estratégia para conseguir um pouquinho desse bem-estar. Elas purificam o ar e acalmam as pessoas. Você e todos que frenquentarem a sua casa vão sentir os benefícios.
“Regar o jardim é uma delícia. Não importa o tamanho do espaço que você tem. Pode ser uma varanda, um quintal imenso ou apenas um vasinho. Cuidar da vegetação, tirar as folhas, afofar a terra, arrumar e enfeitar o jardim são uma terapia”, afirma a paisagista Claudia Muñoz, de São Paulo.
Segundo ela, o jardim deve ser entendido como uma sala de estar para receber visitas e, por isso, é importante decorá-lo. “Se você muda a cara dele colocando flores da estação, por exemplo, tudo já fica diferente.”
Por isso, mesmo se você não tem tempo ou espaço, coloque pelo menos um vaso e se comprometa a cuidar dele. “É como se o seu ambiente estivesse sempre de cara nova”, destaca Claudia.
A paisagista conta que mora em um apartamento sem varanda, mas que, mesmo assim, está sempre florido. “No parapeito da minha janela, coloquei duas caixinhas com minirrosas, miniorquídeas. Tudo mini.” Na sua opinião, uma casa sem flores é uma casa sem charme. “Fica parecendo que está faltando vida ao lugar.”
Benefícios
As plantas também ajudam a evitar aquele estresse do dia a dia. O contato com a natureza e a prática da jardinagem são ótimos recursos para desacelerar e descansar a mente.
O que antes era um cantinho abandonado, agora pode se tornar um espaço a mais para você desfrutar. Cuidar das plantas, sentir o perfume delas e vê-las crescer podem ajudar a combater as tensões e o cansaço.
Dicas
Mas se você não tem espaço suficiente, aposte nos vasos. Eles são pequenos e proporcionam o mesmo bem-estar que um jardim. Um ambiente verde pode ser criado em qualquer lugar. Só é preciso um pouco de criatividade.
Então, vamos lá. Confira algumas dicas da paisagista Claudia para cuidar das suas plantas:
- Antes de qualquer coisa, se informe se é uma planta de muita ou pouca água, de sol ou de sombra. “O princípio é o mesmo para um vaso ou para um jardim.”
- Nunca regue quando o sol estiver “a pico”. Segundo ela, quando o sol está forte, cada gota que cai sobre as folhas começa a ferver de tão quente e queima a raiz. Por isso, o ideal é regar bem cedo ou à noite.
- Tire as folhas secas. Esteticamente, faz muita diferença. Tecnicamente, enquanto a planta estiver com os galhos secos, vai continuar mandando nutrientes para eles e, por isso, os ramos verdes acabam sendo prejudicados.
Crie um lugar gostoso na sua casa, onde as pessoas terão mais vontade e prazer em ficar. Uma pequena varanda, uma sacada, um quintal ou no parapeito da janela. O importante é ser um espaço agradável e que transmita tranquilidade. Pode ter certeza que você e toda a sua família vão sentir a diferença em um ambiente mais calmo e bonito. Experimente!
Fonte: Terra
3, outubro, 2011 - Comente
Você já reparou como o tempo influencia no seu humor? No verão, costumamos ficar mais alegres e, no inverno, mais introspectivas. O clima e a luz solar têm a capacidade de alterar nosso estado de espírito. Mas isso não significa que você vai ficar obrigatoriamente bem-humorada no calor e mal-humorada no frio, certo? Basta se controlar para que o seu bem-estar não oscile com as mudanças climáticas.
“O ambiente externo determina os ciclos e as funções fisiológicas do organismo, assim como as diferentes estações do ano. Por isso, principalmente em locais com variações climáticas mais acentuadas, há uma maior influência no comportamento humano”, explica Fernando Elias José, psicólogo especialista em psicoterapia comportamental, de São Paulo.
Segundo ele, as reações variam muito de pessoa para pessoa. “Alguns são mais predispostos do que outros a essas influências, mas de alguma forma todos somos afetados.”
Primavera e verão
Nos meses de altas temperaturas, Elias José afirma que o calor e a luminosidade solar estimulam no organismo a produzir substâncias responsáveis pelo aumento do bom humor, energia e regulação do sono.
“Além disso, os dias mais quentes, iluminados e longos incentivam as pessoas a saírem de casa e a promoverem o convívio social, trazendo bem-estar e felicidade”, ressalta Elias José.
Outono e inverno
Já nos meses em que as temperaturas estão mais baixas, a intensidade da luz solar é menor, as noites são mais longas e há muitos dias nublados. “Nesse ambiente, as pessoas tendem a ficar mais recolhidas e protegidas”, afirma Elias José.
Com isso, fica mais fácil você acabar se isolando, diminuindo os momentos de descontração na presença dos seus amigos. “Épocas como essas motivam a introspecção e os sentimentos de melancolia.”
Mas é possível regular o seu humor para que, quando o tempo mudar, a oscilação seja a mínima possível e não provoque nenhum mal-estar, melhorando, assim, a sua qualidade de vida.
Em primeiro lugar, tenha uma alimentação adequada à estação do ano. Tudo o que você come influencia diretamente no seu humor. Outra maneira de manter o bom humor em qualquer época é praticar regularmente exercícios físicos. “Isso vai promover a produção de substâncias ligadas ao bem-estar, auxiliando na redução do estresse e da ansiedade”, destaca Elias José. Além disso, segundo ele, é importante que você realize atividades prazerosas e de convívio social, independentemente da época do ano.
Procure sempre a companhia da sua família e dos seus amigos. Esses encontros podem promover a sensação de felicidade, melhorando seu humor. Todas as estações do ano têm suas peculiaridades e vantagens. Curta o que cada uma tem para oferecer e mande embora o mau humor.
Fonte: Terra
26, setembro, 2011 - Comente

Coração Saudável
Fonte: G1
19, setembro, 2011 - Comente
A crescente preocupação com o meio ambiente e os animais, além do despertar para a saúde e o bem-estar são alguns dos fatores que têm motivado as pessoas a abandonar a alimentação tradicional e optar por novos hábitos alimentares. O vegetarianismo, por exemplo, é um regime alimentar que exclui todos os tipos de carne (boi, peixe, frutos do mar, porco, carneiro, frango e outras aves) e é baseada no consumo de alimentos de origem vegetal com ou sem o consumo de laticínios e/ ou ovos.
Existem várias formas de vegetarianismo, classificados de acordo com o grau de restrição dos alimentos:
1. Ovo-lacto-vegetariano: consomem ovos, leite e derivados, sendo esta a forma mais comum de vegetarianismo;
2. Lacto-vegetariano: consomem leite e derivados, mas não consomem ovos;
3. Vegans ou vegetarianismo puro: não consomem nenhum tipo de produto de origem animal.
Suplementos alimentares
A preocupação exagerada em termos de necessidade de suplementação aos vegetarianos não se justifica, visto que estudos apontam que a deficiência de ferro e vitamina B12 são iguais para vegetarianos e não-vegetarianos. Ou seja, os nutrientes que merecem atenção em uma avaliação nutrológica é igual para os dois grupos.
A necessidade da suplementação vem após um minucioso estudo do paciente e pode ser feito em todos que necessitem, como idosos, crianças, gestantes etc. Quem consome carne também possui deficiências, inclusive de ferro e vitamina B12, as maiores fontes de preocupação dos vegetarianos.
O Instituto de Medicina dos EUA e o Food and Nutrition Board preconizam a suplementação de vitamina B12 para todos os indivíduos (vegetarianos ou não) que apresentam dificuldade em extrair a vitamina dos alimentos.
Uma fonte extra de vitaminas e minerais é necessária quando há diversas correções nutricionais a serem feitas.
Vitamina B12
Produzida por bactérias, a vitamina B12 está presente na carne e é estocada principalmente no fígado, sendo, por este motivo, citada como uma excelente fonte dessa substância. A causa mais comum de deficiência da vitamina B12 provém da carência alimentar, o que ocorre quando não há a ingestão de alimentos de origem animal (carnes, ovos, leite e derivados) ou em indivíduos que possuem distúrbios na absorção do nutriente.
É importante frisar que a única fonte do nutriente B12 é a de origem animal, pois plantas não produzem a vitamina.
Como saber se estou com deficiência em vitamina B12?
O diagnóstico é feito por exames laboratoriais, mas é preciso ficar atento aos sintomas e sinais, como falta de concentração, dificuldade de prestar atenção e queixas de falta de memória.
Uma observação interessante é que os sintomas da deficiência da vitamina B12 só ocorrerão anos depois da sua falta, portanto, é necessário acompanhamento laboratorial constante.
Tratamento
Uma fonte extra de vitaminas e minerais é necessária quando há diversas correções nutricionais a serem feitas. Há critérios claros para saber como, quando e em que dosagem elas devem ser feitas.
A prescrição exagerada de muitos nutrientes feita de maneira aleatória deve ser evitada. O médico, ao avaliar seus exames laboratoriais, saberá interpretar e fazer as associações corretas com os resultados e não levará em conta apenas a faixa de normalidade, o que um leigo geralmente faz.
A correta avaliação da parte clínica, nutricional e hormonal do paciente exige preparo e técnica que apenas um médico tem, após anos e anos de estudo e preparação, portanto, para tratar uma deficiência nutrológica por via oral com o uso de suplementos na quantidade e frequência correta, segura e eficiente, procure um profissional médico qualificado.
Fonte: Minha Vida
12, setembro, 2011 - Comente
Para testar a hipótese, os pesquisadores mediram as reações de voluntários à dor – por exemplo, colocando uma sacola de gelo sobre o braço para medir quanto tempo eles aguentavam.
Depois, eles foram divididos em dois grupos – o primeiro assistiu a um vídeo de comédia de 15 minutos, e o outro assistiu a uma filmagem que os pesquisadores consideraram entediantes, como programas de golfinhos.
Quando foram novamente submetidos a dor, os que tinham dado gargalhadas foram capazes de suportar até 10% mais dor que antes de rir, indicou a pesquisa.
Já os que assistiram a programas entediantes foram menos capazes de suportar dor que antes de assistir ao filme.
Euforia
O coordenador da pesquisa, professor Robin Dunbar, acredita que uma risada incontrolável libera endorfina, uma substância química que não apenas gera certa euforia como atua como analgésico.
“É o esvaziamento dos pulmões que causa o efeito”, disse o pesquisador à BBC.
“É exatamente o que acontece quando alguém diz que riu até doer. Soa como uma experiência bastante dolorosa, e é a dor que produz o efeito da endorfina.”
A pesquisa indicou que uma risadinha contida não basta; é preciso uma boa gargalhada para ter o efeito.
Além do quê, nem todos os programas de comedia têm o mesmo resultado. Humor bobo, tais como o de programas como Mr. Bean, e até mesmo do seriado Friends, parecem ser mais eficazes.
Já os monólogos de comediantes, no estilo stand-up comedy, não elevaram a tolerância dos voluntários à dor.
“Fico um pouco hesitante de dizer isso, mas tínhamos uma série de vídeos do (bem-sucedido comediante britânico) Michael McIntyre, que achávamos que teria um bom efeito. Mas acho que esse tipo de humor é muito cerebral para gerar grandes gargalhadas”, disse Dunbar.

Praticante de risoterapia levantando o astral em campo de ioga na Índia
Efeito social
Os pesquisadores não mediram diretamente o nível de endorfina nos voluntários porque isto envolveria a extração de fluidos através de uma longa agulha – um procedimento que provavelmente geraria mau humor entre o grupo e influenciaria os resultados.
Para o professor Dunbar, a pesquisa pode ajudar a explicar o papel do riso no estabelecimento da sociedade humana, dois milhões de anos atrás.
Enquanto todos os primatas são capazes de rir, só os humanos são capazes de gargalhar e, portanto, liberar endorfina através do riso.
A teoria do professor Dunbar é que a endorfina favoreceu a criação de laços sociais entre os indivíduos da espécie.
“Neste estágio, quisemos mostrar que, sim, rir ativa endorfina. O próximo passo será avaliar se dar risadas realmente faz com que grupos fiquem mais próximos, trabalhem em equipe e demonstrem mais generosidade”, disse o pesquisador.
Se este for o caso, poderia explicar porque, há 2 milhões de anos, as tribos de humanos uniam até cem pessoas, enquanto a de primatas de grande porte contemporâneos chegavam apenas à metade deste número.
Fonte: BBC Brasil
5, setembro, 2011 - Comente

Assistir a filmes que fazem rir é bom para a saúde, de acordo com estudo americano. Pesquisas descobriram que programas de TV que produzem o riso têm efeito positivo na função vascular. Já os filmes de guerra e terror causam estresse mental. As informações são do Daily Mail.
No estudo, voluntários assistiram comédias em um dia e, no outro, filmes de ação. O pesquisador Michael Miller, da Escola de Medicina da Universidade de Maryland, disse que quando os voluntários assistiram a um filme de violência, o revestimento dos vasos sanguíneos teve uma reação que diminuiu o fluxo sanguíneo. Segundo ele, a descoberta confirma a teoria de estudos anteriores, que sugerem a existência de uma ligação entre estresse mental e vasos sanguíneos.
Por outro lado, após assistir a comédia, os vasos sanguíneos se expandiram. Foram feitas mais de 300 medições que apresentaram diferença de 30% para 50% no diâmetro dos vasos entre o riso e as fases de estresse mental.
Fonte: Terra
29, agosto, 2011 - Comente
O stress e a ansiedade estão com os dias contados. Isso não quer dizer que é o fim da pressão no trabalho, dos conflitos em casa ou dos congestionamentos de trânsito. Mas que você vai aprender agora como manter distância dessas (e de outras) tensões fazendo algo mais simples do que imagina: respirar. “Aprendendo a controlar a respiração, você domina também a mente e as emoções”, fala Márcia De Luca, fundadora o Centro Integrado de Yoga, Meditação e Ayurveda (Ciyman), em São Paulo. Trocando a ação automática e superficial pela respiração profunda e consciente, você aumenta a entrada de oxigênio no organismo, o que garante o corpo energizado e a cabeça relaxada. Em casa, reserve 5 minutos para pôr a técnica em prática. “O benefício (mais calma) é imediato, e em 40 dias a respiração consciente se torna natural. Aí, é possível praticar sentada e até em pé”, diz Márcia. Em outras palavras, uma opção melhor do que atacar a geladeira, roer as unhas ou brigar com quem aparecer na frente quando o nervosismo bater.
Exercício para acalmar
1. Deitada, pernas flexionadas, planta dos pés no chão, mãos abaixo do umbigo, com a ponta dos dedos médios se tocando. Feche os olhos e inspire pelo nariz, contando até 4 e sentindo o abdômen inchar. Expire pelo nariz até murchar o abdômen completamente.
2. Com as mãos na altura das costelas, repita a respiração.
3. Com as mãos acima do peito, inspire pelo nariz contando até 4 e sentindo o abdômen inchar e segure o ar o tempo que aguentar. Expire pelo nariz até murchar o abdômen completamente.
4. Repita a respiração quantas vezes achar necessário ao longo do dia.
Fonte: Boa Forma
8, agosto, 2011 - Comente

Para relaxar no trabalho, comece colocando em um lugar de destaque da sua mesa, uma imagem que não deixe você esquecer que há coisas mais importantes na vida do que prazos e pressão. Uma paisagem bonita fotografada na última viagem é uma boa sugestão.
Quando discutir com alguém, em vez de se zangar, diga que gostaria de melhorar a situação e pergunte se a pessoa tem alguma ideia de como vocês podem fazê-lo. Confira outras dicas e livre-se de uma vez por todas da angústia profissional.
· Ouça uma música tranquila
Segundo um estudo americano, ouvir música transmite alegria e melhora nosso desempenho no trabalho. Só não vale colocar um rock pesado, tá?
· Faça uma coisa por vez
Mudar de tarefa a cada cinco minutos atrapalha a concentração. Pare de checar e-mails o tempo todo e reserve um momento do dia só para fazer isso.
· Coma nozes e sementes
Castanha-do-pará contém selênio, que ajuda a combater a depressão. Já a semente de abóbora é rica em ferro, que aumenta a energia do organismo.
Fonte: M de Mulher